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Agência PUC e FIEP assinam acordo

 

Vice-reitor da PUCPR, João Oleynik, e o presidente da FIEP, Rodrigo da Rocha Loures, participaram do evento

Com o objetivo de aproximar a produção acadêmica das empresas e adotar um modelo de transferência de conhecimento e tecnologia que estimule a pesquisa científica na instituição e disponibilize soluções inovadoras com menor custo para o mercado, a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) apresentou, nesta quarta-feira (23), durante a Feira de Inovação Tecnológica, a Agência PUC. Durante o evento também foram apresentados ao público 112 projetos científicos da Universidade. O vice-reitor da PUCPR, João Oleynik, e o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Rodrigo da Rocha Loures, assinaram o protocolo de intenções de atuação da Agência PUC. (foto)

A Agência PUC será instrumento de promoção da qualidade e da excelência no Ensino, na Pesquisa e na Extensão, por meio da integração de "ativos" de inovação e do conhecimento que adicionem valor a essas atividades, ao mesmo tempo em que contribui para o desenvolvimento sócio-econômico da região de atuação da Universidade. "Além de promover a qualidade do ensino e da pesquisa, será um instrumento de inovação a baixo custo. Esta parceria vai promover o desenvolvimento econômico e social no Estado ou onde estas soluções alcançarem", explica o diretor executivo da Agência PUC, Luiz Márcio Spinosa.

Segundo o diretor de Pesquisa e Pós-Graduação, Waldemiro Gremski, a Agência num primeiro momento, irá fazer uma seleção daqueles projetos que têm um conteúdo de inovação para colocá-los à disposição de possíveis parceiros. "Com isso teremos um canal com o setor externo que irá nos indicar as necessidades do mesmo. Ou seja, de um lado estaremos levando até lá nossos resultados e, de lá, traremos temas para serem transformados em projetos de pesquisa", explica.

Para Gremski a Universidade estará desenvolvendo, além do ensino e da pesquisa também a extensão. "Levar até a sociedade os resultados do seu trabalho científico e receber, por sua vez, as indicações das suas necessidades. É esta via de mão dupla que é realmente extensão e deve ser a balizadora da direção que a universidade deve dar à sua produção científica", diz.

A Agência atuará na busca permanente de transferência de conhecimentos oriundos de pesquisa científica e tecnológica para os diversos segmentos do mercado, inicialmente, a partir da rede de competências disponíveis na Universidade, nas seguintes áreas: Agronegócios, Alimentos, Automoção, Biotecnologia, Design, Energia, Fármacos, Microtecnologia, Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), Tecnologias Ambientais, Sociais e Humanas, Tecnologias de Gestão, Segurança e Educacionais e Saúde.

Reconhecimento – O potencial da PUCPR na área de pesquisas é reconhecido nacionalmente. Em abril, a Universidade assinou um termo de cooperação com a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior do Ministério da Educação (Capes) e passou a fazer parte de um seleto grupo de 191 universidades do país e ser a primeira instituição privada do Paraná a garantir acesso aos 10.497 títulos e 126 bases de dados do portal da Capes. O acesso só é concedido pela Capes à universidades federais e à instituições de ensino superior privadas com conceito cinco nos programas de Pós-graduação Stricto Sensu.

A Instituição foi classificada pelo Guia do Estudante como uma das três instituições do Sul do Brasil que mais investem em pesquisa. Além disso, a Universidade investe maciçamente na qualificação de seu pessoal, contando atualmente com 1.300 professores, dos quais cerca de 85% são mestres ou doutores. Investiu também em seus ativos tecnológicos, constituindo hoje uma das melhores infra-estruturas tecnológicas para o ensino, pesquisa e extensão do país.

Já o potencial captação financeira das pesquisas desenvolvidas pela Universidade pode ser mostrado pelos investimentos conquistados no ano passado. Parcerias com a iniciativa privada e governo garantiram investimentos de R$ 5 milhões nas pesquisas desenvolvidas pela PUCPR. Um exemplo é o projeto de biocombustível produzido a partir do óleo de fritura usado, que obteve financiamento de R$ 500 mil do Governo Federal, por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Os recursos serão utilizados para construir uma unidade piloto de produção, que começará a funcionar em 2008.



Vice-reitor da PUCPR, João Oleynik, e presidente da FIEP, Rodrigo da Rocha Loures

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