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Pesquisadores criam vasos capilares a partir do sangue do cordão umbilical

 

Pesquisa de repercussão internacional pode ser a cura para todas as doenças isquêmicas

 

A pesquisa da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), que conseguiu criar, em laboratório, vasos capilares a partir das células endoteliais extraídas das células-tronco do sangue do cordão umbilical, ganhou repercussão internacional com a publicação do artigo na capa da conceituada “Experimental Biology and Medicine”, editada pela The Royal Society of Medicine, de Londres. A importância da pesquisa é que ela pode ser a cura para todas as doenças isquêmicas, principalmente do coração e dos membros inferiores de pessoas que sofrem de diabetes e possuem problemas de circulação.

 

A pesquisa envolve a retirada das células mononucleares do sangue do cordão umbilical, das quais são separadas as células-tronco. Das células-tronco, são extraídas as células progenitoras endoteliais, que possuem capacidade para se transformar em vários tipos de tecidos. Segundo o coordenador da pesquisa, Paulo Brofman, o sangue do cordão umbilical possui 0,6% de células progenitoras endoteliais, enquanto na medula óssea a porcentagem é de apenas 0,05%, e no sangue, 0,01%. “Ainda assim, a quantidade de células progenitoras endoteliais que conseguimos extrair do sangue do cordão umbilical é pouca, por isso a necessidade de multiplicá-las”, explica.

 

Com a mistura de 13 indutores de multiplicação celular, os pesquisadores conseguiram multiplicar em 70 vezes as células progenitoras endoteliais, para então promover a sua diferenciação para células endoteliais, que são formadoras de vasos. Em apenas 24 horas, em laboratório, as células endoteliais deram origem aos vasos capilares.

 

Resultados - Os testes em ratos mostraram resultados animadores. Os ratos foram infartados e receberam injeções de células no coração. Então, foram separados em três grupos: o controle, que não recebeu nenhuma célula, o grupo A, que recebeu as células que foram expandidas em laboratório, e o grupo B, que recebeu apenas as células purificadas, ou seja, que não foram expandidas.

 

No grupo controle, em um mês, houve a piora da fração de ejeção do coração, de 25,99% para 20,46%, sendo que um coração de qualidade apresenta índice superior a 40%. No grupo B, houve melhora, de 20,75% para 27%. Já no grupo A, a melhora foi de 22,51% para 32,67%.

 

A pesquisadora da PUCPR Alexandra Senegaglia explica que a próxima fase é o início dos testes em humanos. A pesquisa já foi submetida ao Comitê de Ética da Instituição e a previsão é de que no início do segundo semestre já comecem a ser selecionados os voluntários. O foco serão pacientes com isquemia nos membros inferiores, que não tem mais opção de tratamento.

 

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